O mercado pet brasileiro deve alcançar um novo recorde de faturamento em 2026. A expectativa é que o setor ultrapasse a marca de R$ 80 bilhões, com crescimento próximo de 10% em relação ao ano anterior, consolidando o Brasil como um dos maiores mercados do mundo.
Em 2025, o setor já havia movimentado cerca de R$ 77,9 bilhões, mesmo com um ritmo de crescimento mais moderado. A projeção positiva para 2026 indica uma retomada mais forte, impulsionada pelo aumento da demanda e pela diversificação de produtos e serviços.
Um dos principais fatores por trás desse avanço é a chamada “humanização” dos pets. Atualmente, o Brasil tem mais de 160 milhões de animais de estimação, entre cães, gatos, aves e outros. Com isso, cresce também o número de famílias que consideram os pets como membros da casa, aumentando os gastos com alimentação, saúde e bem-estar.
Dentro do setor, a alimentação lidera o faturamento e representa mais de 50% da receita total. Em seguida, aparecem os serviços veterinários, a venda de medicamentos e os serviços gerais, como banho, tosa e hospedagem.
Outro dado relevante é o avanço dos produtos premium e super premium, que têm ganhado espaço entre os consumidores. Além disso, serviços como planos de saúde para pets, creches e até terapias especializadas estão em expansão, acompanhando as novas exigências dos tutores.