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Sexta-feira, 26 de Junho de 2026
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Doenças alérgicas afetam um em cada três e se agravam no inverno

As doenças alérgicas são uma realidade para aproximadamente 35% da população mundial e tendem a se intensificar durante o inverno.

Doenças alérgicas afetam um em cada três e se agravam no inverno
Foto- Divulgação/AI
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Em meio ao aumento de casos respiratórios e municípios em situação de emergência, o Hospital Unihealth Três Vales alerta sobre a importância do diagnóstico precoce e do controle de alergias no frio.

As doenças alérgicas são uma realidade para, aproximadamente, 35% da população mundial e tendem a se intensificar durante o inverno. Com a chegada da estação, aumentam os quadros de rinite, asma e bronquite, muitas vezes desencadeados ou agravados por alérgenos como poeira, mofo e ácaros, comuns em ambientes fechados e com pouca ventilação.

A Semana Mundial da Alergia, celebrada de 23 a 29 de junho, chama atenção para as doenças, que impactam diretamente a qualidade de vida de crianças, adultos e idosos. Em 2024, o alerta se soma a um dado preocupante: Minas Gerais, por exemplo, já conta com dezenas de municípios em situação de emergência por conta do avanço das síndromes respiratórias.

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Segundo o infectologista Liliana Rocha do Hospital Unihealth Três Vales, em Teófilo Otoni, no leste de Minas, a atenção deve ser redobrada nesta época do ano. "As doenças alérgicas respiratórias, como a rinite e a asma, pioram com o frio e com a maior exposição a ambientes fechados. A limpeza adequada da casa e dos objetos de uso pessoal, como roupas e cobertores, é fundamental", alerta.

COMO SE PROTEGER?
Entre as medidas preventivas recomendadas estão: manter os ambientes arejados, mesmo no frio; evitar o uso de tapetes e o acúmulo de poeira em cobertores e casacos; se você tem rinite ou asma, usar o soro fisiológico para lavar o nariz diariamente, especialmente no inverno; não fumar e evitar exposição à fumaça; reforçar a hidratação e manter uma alimentação equilibrada; manter a vacinação em dia, especialmente contra a gripe e outras doenças respiratórias, que podem agravar quadros alérgicos.

O diagnóstico correto é o primeiro passo. Ele envolve uma avaliação detalhada da história clínica do paciente, testes de alergia e, em alguns casos, exames laboratoriais.

Já o tratamento combina controle ambiental, uso de medicamentos sob prescrição e, para casos mais persistentes, imunoterapia. "O mais importante é não se automedicar. O acompanhamento médico evita complicações e garante mais qualidade de vida, especialmente para quem já tem histórico familiar de alergia", reforça a especialista.

FONTE/CRÉDITOS: DJ
POR REDAÇÃO

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